1 de fev de 2017

Sincretismo; A manifestação do "inconsciente coletivo" na Umbanda - Por: Fernando Ribeiro











Por: Fernando Ribeiro (Pirro D'Obá)

É comum vermos irmãos que são contra o sincretismo entre Orixás e divindades de outros tipos de religiosidade. Muitos afirmam que se a raíz são os Orixás, então não devemos sincretizá-los com Santos católicos, ou signos do zodíaco, ou deuses gregos, romanos e egípcios, ou até com entidades e deuses de outras civilizações xamânicas.

É compreensível que se busque uma unicidade de culto na religião, que se busque uma concreticidade linear dentro da “cosmovisão” que a Umbanda tem a respeito do mundo. Porém antes de tudo. Pergunto: O que mais se faz reluzente na Umbanda, não seria seu próprio caráter universalista? 

A História de Santa Ana; a mãe de Nossa Senhora e avó de Jesus


Santa Ana ou Sant'Ana é a mãe de Nossa Senhora e avó de Jesus. Sobre ela, porém, há poucos dados biográficos. As referências que chegaram até nós sobre os pais de Maria foram deixadas pelo Proto-Evangelho de Tiago, um livro escrito provavelmente no primeiro Século e que não faz parte dos Evangelhos Canônicos, ou seja, aqueles reconhecidos pela Igreja como oficiais. Porém, o Evangelho de Tiago é uma obra importante da antiguidade e citada em diversos escritos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa.