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28 de fev de 2016

Os avós que cuidam de seus netos deixam marcas em suas almas

Há pessoas que são pontos cardeais, que levam nossos sentimentos e emoções a sua intensidade máxima. Os avós são exemplos dessas pessoas, pessoas únicas, afetuosas e inesquecíveis.

Eles simbolizam uma união que é gerada no papel que envolve uma bala, nos olhares de cumplicidade, no jogo permissivo e compreensivo de um consentimento sem tamanho que chateia os pais.

Eles são nossas memórias cheias de prazer, diversão e ternura. Histórias cheias de reviravoltas inesperadas, cabelos brancos bagunçados pelo vento e olhos que brilham ao sol durante um passeio em que se sente o calor das mãos que transmitem só amor e compreensão.

O Sagrado Masculino

Um masculino curado é aquele que com muita coragem, conseguiu resgatar a essência do feminino sagrado dentro de si, e por isso consegue honrar e proteger o feminino que se manifesta fora, na forma de mulher, na forma da Mãe Terra.

13 de fev de 2016

Aprenda como fazer incenso

Acender incensos é uma prática que faz parte de cerimônias e rituais desde os primórdios da humanidade. Muito provavelmente, a idéia surgiu quando pessoas de antigas civilizações, ao jogarem plantas e substâncias aromáticas no fogo, perceberam a fumaça perfumada resultante. Hoje, os incensos são muito populares e cativam mais e mais adeptos que os utilizam para os mais variados fins. O incenso sempre esteve ligado à religião.

O que o desfile da Mangueira nos ensinou sobre tolerância?

Por: Carmela Veloso de Beauvoir

Ao evocar Maria Bethânia como enredo de carnaval, a Mangueira se viu convidada a lidar com o sincretismo religioso da baiana, que frequenta desde missas no Bonfim a terreiros de candomblé. Na avenida, entidades afros ocuparam o mesmo espaço que símbolos católicos. Iansã e Menino Jesus. Ogum e Nossa Senhora. Lado a lado, de mãos dadas.

O espectador testemunhou a comunhão de religiões distintas, mas igualmente voltadas para o respeito ao próximo, acima de tudo. E foi o que prevaleceu. Como raras vezes testemunhamos neste país, cada vez mais segregado por razões de credo, gênero, orientação e cor, uma única corrente de alegria predominou.

Pelas arquibancadas, cristãos, ateus, budistas, umbandistas (gays, negros, velhos, crianças, pais e mães) celebraram a figura da menina dos olhos de Oyá. A música, o samba, o carnaval promovendo um instante de paz. Que fique a lição. Há, entre todos nós, afinidades maiores que nossas convicções. Seja qual for o seu terreiro, templo ou igreja, tenho certeza de que o sentimento da convivência impera. Vamos exercê-lo.


Fonte. Correio Braziliense

Chico Xavier e a Umbanda

Dia 30 de junho de 2016 relembraremos a morte de um dos mais iluminados médiuns que já passaram pela Terra. Chico Xavier faleceu nesta data, em 2002, com 92 anos. 

Conforme relatos de amigos e parentes próximos, Chico dizia que iria “desencarnar” em um dia em que os brasileiros estivessem muito felizes e em que o país estivesse em festa, para assim o desencarne dele não causar tristeza.  O país festejava a conquista da Copa do Mundo de futebol daquele ano, no dia de seu falecimento (Chico morreu cerca de nove horas depois da partida Brasil x Alemanha).

11 de fev de 2016

O Tempo


No momento em que o homem percebe-se finito diante da infinitude do tempo é que ele pode tomar consciência do quão complexo, ambivalente e subjetivo é existir. Bifurcações e decisões; coragens ou covardias; ações ou acídias. Cada passo do homem comunga a cada segundo do tempo.

E ele [.o tempo.] pode ser algumas vezes injusto, um amigo mudo, cordato, contingente, que nada diz e que observa atentamente nossos tombos e conquistas. Ora pressionando, ora fazendo carícias; sádico, sarcástico, irônico... A sua ação e influência na existência do ser humano pode ser de grande valia, pode lhe empurrar ou lhe estacionar, te libertar ou afundar em letargia.

É impossível desvincular-se dessa relação. Pois mesmo quando você não o nota [.ou finge não o notar.] ele segue agindo minuciosamente, armando uma forma de aparecer de surpresa para mostrar que quem está [.e sempre esteve.] no controle é ele, nunca nós.

E na batida de seu relógio, o pedantismo do homem se apresenta como a ilusão mais infantil que se pode ter. Acreditar que se pode jogar com o tempo [.barganhar ou enganá-lo.] é uma pretenciosa forma que desde os primórdios arranjamos de nos colocar como condutores da realidade, quando que na verdade é ele [.o tempo.] quem nos conduz, nos afeta, nos envelhece.

Entre as razões e as emoções da “psiquê” o tempo é alheio, apenas um símbolo ou uma representação, pois é no âmbito puramente físico, químico e biológico que ele se mostra de uma maneira concreta assombrando as predisposições humanas. Pensar o contrário disso pode não passar de um mero devaneio morfológico, pedantismo científico ou conjectura metafísica.

Crer que se pode de alguma maneira vencer o tempo e sua avidez é enfim “a loucura mais sã” adotada pela espécie humana. Uma crença que céticos e religiosos, pensadores e poetas, profetas e místicos dividem discretamente nos minutos gotejantes que seguem de suas minúsculas vidas.




10 de fev de 2016

A origem pagã do carnaval

O carnaval, para surpresa de muitos, é um fenômeno social anterior a era cristã. Assim como atualmente ela é uma tradição vivenciada em vários países, na antiguidade, o carnaval também era uma prática em várias civilizações. No Egito, na Grécia e em Roma, as pessoas das diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas brincadeiras.

Há estudiosos que defendem que estas celebrações, festas ou cultos, tiveram a sua origem na Grécia, entre os anos 605 e 527 a.C., com cultos a deuses da agricultura, e cuja  finalidade era terem boas colheitas.

Mediunidade e Incorporação na Umbanda (Consciência, Semi consciência, Inconsciência)

Um dos maiores dilemas vividos pelos médiuns de incorporação é o medo. No momento exato em que deveria relaxar e esvaziar a mente, ele se contrai todo e começa a pensar em várias coisas ao mesmo tempo dificultando assim seu desenvolvimento mediúnico.

São tantos medos, e às vezes, tanta pressão, que o médium iniciante simplesmente “trava” e, é claro, nada acontece.

Em seus pensamentos se acumulam o fantasma da mistificação, do estar sendo observado, questionado, da insegurança, etc. e tal.

Pior ainda fica a situação quando se depara com a questão do ser ou não um médium consciente.

Quaresma na Umbanda (É Fundamento?)

Muitos centros de umbanda fecham ou tem o atendimento limitado no período do carnaval quaresma mesmo não sendo datas ligadas a nossa religião. Porque isso acontece?

A dúvida sobre o funcionamento das casas de santo (os terreiros de umbanda) durante o carnaval e quaresma, vem da época que os orixás eram proibidos de serem cultuados e deveriam ser sincretizados com os santos católicos.

Como o período da quaresma corresponde a uma época de reclusão e reflexão dentro da igreja católica, muitos terreiros de umbanda e candomblé ficavam em uma posição delicada junto a comunidade católica e fechavam as portas para não ter problemas com as autoridades locais e com as pessoas em geral, quando poderiam ser acusados de desrespeitosos com a religião católica.

7 de fev de 2016

Microcefalia na Visão Espírita

Os diversos casos de microcefalia que estão ocorrendo por todo o Brasil, e com mais intensidade no Nordeste, com os números cada vez mais aumentando, faz-nos indagar: por que isto está acontecendo?

Para nós espíritas isto não é por acaso. Na visão da Doutrina Espírita esta situação enquadra-se nas chamadas provações coletivas, é um resgate coletivo. São espíritos que trazem necessidade de provas ou expiações semelhantes, nisto são atraídos a lugares ou situações, onde graves desequilíbrios destes espíritos são tratados em conjunto. Sobretudo nas doenças chamadas de congênitas, que a criança já traz ao nascer, não pode ser atribuída ao acaso ou a má sorte elas passarem por esta situação.

6 de fev de 2016

6 escolas de samba Carnaval RIO 2016 que retratam Orixás e entidades de Umbanda

Confira as escolas de samba do Rio, que desfilam entre os dias de carnaval, e trarão como tema de enredo, orixás e entidades presentes na Umbanda.

Aproveite para ficar por dentro dos horários dos desfiles 

3 de fev de 2016

Utopia Umbandista


A palavra “utopia” num sentido geral pode denominar a construção imaginária de sociedades perfeitas. Significa toda idealização que aspira a uma transformação de uma ordem existente ou vigente. É a ideia de civilização ideal, fantástica, imaginária. É um sistema ou plano que parece irrealizável, ou uma fantasia, um devaneio, uma ilusão, um sonho, mas que fornece aos homens uma esperança romântica a respeito do que pode ser feito para melhorar o convívio junto aos seus semelhantes.

Do grego “ou+topos” que significa “lugar que não existe”.

Muitos dizem que Jesus Cristo era um ser humano com pensamentos utópicos. Pregava o amor ao próximo, uma vida com simplicidade e sem julgamentos dos semelhantes, sem apegos materiais, e acima de tudo colocando a perseverança como posicionamento diante das dificuldades. Esse posicionamento diante da vida demonstra claramente um idealismo e uma esperança de que os homens poderiam enfim chegar a um estado de espírito tamanho onde conseguiriam conviver entre si baseados em amor e companheirismo mútuo.

Oferenda ecológica é opção para quem não quer poluir as águas. Aprenda a fazer

Oferenda ecológica é opção para quem não quer poluir as águas. Aprenda a fazer Mateus Bruxel/Agencia RBSUm presente para Iemanjá e outro à natureza. Desta forma, integrantes da Federação Afro Umbandista e Espiritualista do Rio Grande do Sul (Fauers) celebram o 2 de fevereiro, também dia de Navegantes, em Cidreira, no Litoral Norte. Há uma década, a entidade criou a oferenda ecológica para ser entregue ao mar na data de homenagem à Rainha do Mar.

2 de fev de 2016

O que é "fechamento de corpo"?

Para entendermos como é feito, como funciona, e qual o objetivo do “fechamento de corpo”, é necessário antes que tenhamos uma pequena noção sobre o funcionamento fluídico de nosso corpo perispiritual, no qual o “fechamento” (ou “cruzamento”) se processa.